Senadora Mailza Gomes destaca a importânciada promulgação do novo auxílio emergencial

“Para muitas famílias no Acre e no Brasil que foram duramente afetadas pela pandemia a retomada do pagamento é essencial”, diz a senadora

A senadora Mailza Gomes (Progressista – AC) destacou​​ ​a importância da promulgação pelo Congresso Nacional da PEC Emergencial que vai permitir ao governo federal o pagamento de um novo auxílio às pessoas que estão em situação de vulnerabilidade social decorrente da pandemia da covid-19 que ainda se alastra pelo país. 

Logo após a sessão solene ocorrida ontem, 15, no Senado Federal, a senadora Mailza, que na condição de líder do Bloco Unidos Pelo Brasil ​atuou fortemente pela aprovação e promulgação da PEC, salientou que o esforço de todos os parlamentares foi importante. A parlamentar também reiterou que o Congresso está preocupado com a população carente que sofre com o aumento do desemprego ocasionado pela paralisação de alguns setores da economia. “Não podemos deixar essas pessoas desassistidas e o Congresso Nacional deu a resposta ao permitir que o Poder Executivo ofereça esse amparo assistencial a muitos brasileiros duramente atingidos pela pandemia”, disse a senadora.

A senadora Mailza Gomes disse ainda que este novo auxílio emergencial é ainda mais significante para a população carente de seu estado, pois além da pandemia, o Acre enfrenta um surto de dengue e a cheia dos rios que afetaram mais de 100 mil pessoas e deixaram alguns municípios em situação de calamidade pública. “Estive semana passada nos municípios que sofreram com as alagações, acompanhei de perto milhares de famílias desabrigadas, muitas sem ter o que comer. O Acre ainda se recupera deste que foi um dos períodos mais sofridos de nossa história. Mantenho a fé e a esperança de que venceremos esta situação tão difícil e que o meu estado e o Brasil partirão para tempos de prosperidade por meio de investimentos nos setores produtivos da nossa economia”, acrescentou Mailza.

A PEC Emergencial tem um valor de R$ 44 bilhões e será paga em quatro parcelas de março a junho. O governo federal deve editar agora duas medidas provisórias: uma para liberar dinheiro para os pagamentos; e outra para estabelecer quem vai receber, qual o valor e em quantas parcelas.

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